27 de jan de 2014

Protestos e manifestações recentes no Brasil sob um olhar espiritual

O Brasil, mesmo que timidamente, caminha para seu despertar, ou seja, para que a população tenha voz ativa e cobre da sociedade política (e civil, na verdade) a real legalidade de suas ações. Afinal, omissão não resolve problema, pelo contrário, permite que o que está ruim assim continue.

As grandes corporações midiáticas têm acionistas e empresários, sem dúvida, que se preocupam com este processo. No início dos protestos, em junho do ano passado, 2013, não havia um comentário sequer na Rede Globo. Também não havia violência. Alguns dias passaram-se, eles tiveram que mudar a estratégia e começaram, frequentemente, a noticiar as manifestações.

Com o envolvimento da mídia, a violência ganhou destaque em meio aqueles que pacificamente tentavam mostrar um caminho benéfico para o futuro do Brasil, ofuscando os últimos, pois o que grava a mente do telespectador, durante o conforto de seu sofá, não é uma multidão cantando o hino nacional, com cartazes, mas baderneiros ateando fogo em estabelecimentos.

Os espíritos rebeldes que atrapalharam e atrapalham as manifestações não estão isentos da Providência. Eles não irão mais reencarnar na Terra, pois desde 2000 é preciso ter um tipo de energia, de estado espiritual (você pode ler mais a respeito na internet, caso não conheça o assunto). Estão todos marcados pela Espiritualidade Maior: o avanço não pode retrogradar! Terão novas oportunidades em outro planeta, inferior à Terra.

Todo o ato de vandalismo e de radicalismo são desnecessários. A violência, seja de qualquer tipo, não contribui em nada para o progresso de um país. Pensar que desta forma se chama a atenção está correto, mas a ''atenção'' tratada está longe de ser algo bom. É envenenar uma boa bebida. 

Em cada estágio, um governo e uma sociedade. Este século é de transformação massiva, de decisão para espíritos que escolherão vencer ou serem vencidos por suas fraquezas. Não é o final do mundo, é o final de um velho mundo, que está, sim, a cada dia, acabando. 

Conscientizar e protestar (no sentido de cobrar e não ser ''tímido'' para o mal) são os verbos dessa transformação. Informação e pacificidade, os substantivos.  

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